30 de dezembro de 2010

Um feliz ano novo com muito sorvete colorido



Aos meus queridos leitores,

Desejo um ano novo novo. Simples assim!

Com todas coisas ruins e démodés deixadas para trás.

Com a esperança de novas oportunidades, novas boas amizades, novos ares e energia renovada.

Ou como dizia Drummond: "novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota".

Mas, sem esquecer dos amigos-de-todas-as-horas, dos bons momentos do cotidiano, que apesar de não serem novos, sempre nos surpreendem e nos dão força.

Rumo à um ano novo mais colorido....e não apenas pintado de novo.


Um brinde à todos - Kampai!
Emmy Uehara =*

1 de setembro de 2010

Testes informatizados: comer ou não comer, eis a questão!

Segundo Geraldo Prieto (2010), o termo teste informatizado é utilizado para descrever um tipo de teste no qual o computador é o suporte para todas as fases de execução da prova, tais como:

- Apresentação das instruções na tela;
- Apresentação dos exemplos práticos;
- Apresentação dos itens na tela;
- Registro de dados de identificação;
- Registro das respostas emitidas;
- Codificação numérica das respostas;
- Armazenamento dos dados;
- Pontuação da prova;
- Emissão de relatórios sobre os resultados.

Sua origem e proliferação está intimamente relacionada à difusão dos computadores pessoais (PCs). Desde a década de 70, versões computadorizadas de testes de personalidade vêm surgindo, como é o caso do MMPI, bem como o crescimento dessa metodologia na psicologia e na educação. A importância dessa tecnologia para a avaliação psicológica tem se manisfestado nas publicações acadêmicas, em 1986 pela American Psychological Association e atualmente, pela Educational Measurement.


As contribuições específicas do suporte da informática no âmbito da avaliação psicométrica podem ser apresentados nos seguintes aspectos:


- Economia;
- Padronização;
- Interação com o examinado;
- Segurança;
- Confiabilidade;
- Riqueza do material para estimulação;
- Capacidade e rapidez de armazenamento;
- Facilidade e rapidez de pontuação...


Apesar de todas as contribuições dessa nova metodologia, não podemos nos esquecer do papel do psicólogo/neuropsicológo durante a aplicação e interpretação dos resultados. Mesmo com toda a facilidade e rapidez na correção, devemos sempre observar e analisar os dados qualitativos de um processo de avaliação, a última palavra ainda é a do respectivo profissional.

Para saber mais:

Prieto, G. Testes informatizados. Em: pasquali, L. Instrumentação psicológica: Fundamentos e práticas. Porto Alegre, Artmed: 2010

Imagem:

http://www.pititi.com/shop/product-info.php?primeira_balanca_madeira_pintoy-pid203.html

25 de agosto de 2010

DCCS e a flexibilidade mental com arroz carreteiro


A flexibilidade mental, habilidade também integrante das funções executivas, diz respeito à capacidade de alternar o curso das ações ou dos pensamentos de acordo com as exigência do ambiente. Relaciona-se com o aprendizado a partir dos erros, geração de novas estratégias, atenção dividida e processamento de múltiplas informações concomitantemente. Além disso, é considerada um dos principais componentes de controle cognitivo junto com a capacidade de atualização da memória de trabalho (manipular e utilizar informações retidas na mente) e inibição (suprimir estímulos irrelevantes ou respostas inapropriadas).




O Dimensional Change Card Sort (DCCS) é uma tarefa muito utilizada na avaliação da flexibilidade mental/cognitiva em crianças pré-escolares. Muitas versões foram construídas até o presente momento, mas a tarefa original consiste em uma versão padrão e uma versão com borda. A primeira versão divide-se em fase de demonstração, fase 1 (pré-mudança) e fase 2 (pós-mudança), já a segunda, possui fase única. Na versão padrão do DCCS, é solicitado que a criança classifique as cartas, de acordo com uma dimensão/categoria (por exemplo, cor), primeira fase e posteriormente, com outra dimensão (por exemplo, forma, tamanho, ...) segunda fase. Em ambas dimensões, a criança deve alocar as cartas em dois aparatos, cada um sinalizado com sua respectiva carta-chave. Na versão com borda, a criança deve classificar como a primeira categoria, toda vez que a figura estiver com borda e caso esteja sem borda, deve alocar na segunda categoria.

Normalmente, crianças de dois anos não conseguem passar da primeira categoria. Já as de três anos, não tem problemas em classificar as cartas na primeira categoria. Entretanto, possuem grandes dificuldades na fase seguinte, onde a regra é mudada. A maioria das crianças de quatro anos, conseguem mudar a regra de maneira correta para a nova categoria, porém, na versão com borda, não obtém sucesso. Por isso, até o momento em que a criança seja capaz de refletir sobre um sistema mais complexo de regras, os erros na classificação de categorias continuarão. Por volta dos cinco a oito anos de idade, a capacidade de armazenamento da memória aumenta, proporcionando uma base para o desenvolvimento de estratégias mais elaboradas e alternância de idéias mais eficiente.

Para saber mais:

Zelazo, P.D. The dimensional change card sort (DCCS): a method of assessing executive function in children. Nature Protocols, vol 1, n.1, 2006.

Imagem:

http://www.comojogarpoker.net/regras-do-poker/

13 de julho de 2010

I Reunião Anual IBNeC



Prezados Leitores,

Durante o I EPCN foi criado o IBNeC (Instituto Brasileiro de Neuropsicologia e Comportamento), uma associação científica que congrega pesquisadores, profissionais e estudantes de psicologia e áreas afins de todas as regiões do país com interesse nas diferentes áreas da neurociêncas e suas intersecções com a psicologia.


Segue abaixo divulgação da I Reunião Anual do IBNeC, que ocorrerá nos dias 23 a 25/09/2010.


Contamos com sua participação e com sua colaboração na divulgação, encaminando este e-mail para sua lista de contatos.


O público alvo são pesquisadores, profissionais liberais e estudantes de cursos de psicologia e áreas afins com especial interesse na área de neuropsicologia e neurociência comportamental.


As vagas são limitadas! Mais informações no site: http://www.ibnec.org

25 de maio de 2010

Compulsão alimentar com rodízio de comida japonesa




O comportamento de compulsão alimentar (binge eating) define-se por um consumo excessivo de alimentos acompanhado de perda de controle. A pessoa fica sem escolha entre comer ou não, sendo praticamente um refém de um impulso incontrolável. Inicialmente, este impulso lhe dá prazer e posteriormente, traz culpa e sofrimento.

A compulsão alimentar também pode ser um comportamento eventual, não apresentando incômodo ao sujeito ou um quadro parcial, trazendo desconforto, geralmente o leva a procurar tratamento. Já o transtorno de compulsão alimentar periódica, além de preencher todos os critérios diagnósticos (ver artigo), apresenta sofrimento e impedimento na vida decorrentes desta patologia.



Para saber mais:


Borges, M.B. e Jorge, M. R. Evolução histórica do conceito de compulsão alimentar. Psiquiatria Unifesp/SP, v.33, n.4, 2000.

Duchesne, M. et al. Neuropsicologia dos transtornos alimentares: revisão sistemática da literatura. Rev. Bras. Psiquiatria, vol. 26, n.2, p.107-117, 2004.

Imagem:

http://www.atribunamt.com.br/wp-content/uploads/2010/01/comida-japonesa-cor.jpg

22 de maio de 2010

Afasia acompanhada de arroz com páprica


O que normalmente causa a afasia? Em indivíduos destros, um acidente vascular cerebral (AVC) no hemisfério esquerdo é sua frequente causa. Afasia é a perda ou prejuízo da linguagem causada por disfunções em regiões específicas do cérebro. Define-se como a perda parcial ou completa da capacidade de compreensão ou expressão da palavra, seja ela falada ou escrita.

Esse distúrbio da linguagem tem efeitos prejudiciais sobre a capacidade para desenvolver suas atividades de trabalho, assim como para interagir com as pessoas. É claro que tudo irá depender do tipo de afasia e da natureza dos componentes da linguagem expressiva ou receptiva.




Para saber mais:

Nitrini, R., Caramelli, P e Mansur, L. Neuropsicologia. Das bases anatômicas à reabilitação. São Paulo, SP: 2003.


Imagem:

http://insidetracknews.blogspot.com/2007_06_10_archive.html

20 de maio de 2010

Prosopagnosia com omelete de cogumelo


Mas, o que significa prosopagnosia?


Bom, prosopagnosia (face blindness) é a incapacidade de reconhecer um rosto, mesmo que o indivíduo consiga identificar pessoas através de suas vozes ou por outros detalhes visuais tais como estatura ou forma de se vestir.

As pessoas que sofrem desse distúrbio não possuem nenhum problema de visão, mas quando olham para as faces e fecham os olhos, não conseguem montar um conjunto, só lembram das partes. Podem não reconhecer seu próprio rosto no espelho e frenquemtemente, não reconhecem rostos famosos.

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Essa condição pode ser decorrente, por exemplo, de traumatismos cranianos, tumores, lesões vasculares, e mais recentemente, por causa genética. As lesões típicas podem envolver o córtex e a substância branca do giro occipto-temporal. Normalmente, são bilateriais, mas quando unilaterais são à direita. Geralmente, está associada à acromatopsia central, inabilidade cosntrucional, perda de memória topográfica e apraxia no vestir.

Para saber mais:

Leme, R.J.A. et al. Prosopagnosia após ferimento por arma de fogo. Arq Bras Neurocir 18(2): 104-108, 1999

Imagem:

http://www.buffyholt.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/magritte_thesonofman.jpg

26 de março de 2010

Treinamento cognitivo com o paradigma N-Back

A avaliação adequada de tais prejuízos nos processos da memória de trabalho e as devidas intervenções cognitivas permitem melhorias no desempenho acadêmico e na inteligência fluida, assim como possíveis correções ou ajuda nos processos associados com os distúrbios de aprendizagem. O desenvolvimento de ferramentas que possibilitem a correta avaliação e um treinamento apropriado da memória de trabalho possui valor intrínseco para o profissional da saúde e educação. Para tanto, o paradigma de treinamento “n-back” tem sido largamente utilizado.


O paradigma “n-back” exige um monitoramento “on-line” mental, atualização de conteúdo e manipulação da informação a ser lembrada, demandando grande esforço no que diz respeito a um número de processos-chave da memória de trabalho. De forma geral, o participante deve monitorar uma série de estímulos e responder apenas quando um determinado estímulo (previamente discriminado) é mostrado, que é o mesmo apresentado em n “ensaios” anteriores (onde o n é um valor pré-estabelecido, geralmente 1, 2 ou 3 “ensaios”). Um número robusto de estudos utilizaram diferentes tipos de estímulos tais como visual-espacial, auditivo e olfativo, no paradigma “n-back”, relacionando distintas habilidades da memória de trabalho à áreas cerebrais.


O paradigma “n-back” é bastante utilizado tanto como uma medida segura de memória de trabalho e funções relacionadas, assim como também é empregado, com sucesso, no treinamento da própria memória de trabalho, seja por efeitos de transferência entre as funções cognitivas ou por efeitos diretos, agindo como instrumento confiável de intervenção cognitiva. Além disso, o uso do paradigma “n-back” como ferramenta educacional em diferentes faixas etárias permite o reforço e até mesmo a correção em etapas cruciais no desenvolvimento de diferentes funções cognitivas nas crianças, além de possibilitar o planejamento de intervenções futuras.

Para saber mais:

Jaeggi, S. M.; Buschkuehl, M.; Jonides, J.; Perrig, W. J. Improving fluid intelligence with training on working memory. Proceedings of National Academy of Science of USA, vol. 105, p. 6829-6833, 2008

Imagem:


http://www.regina.blog.trix.net/images/4764_malabares.jpg

17 de março de 2010

Geração Y, eis a questão...com snacks



Desde que me conheço por gente, os videogames existem. Ao longos dessas décadas (não muitas rs), observei que eles também evoluíram, do Atari, Phanton, Master System, Megadrive, Nintendo, Playstation e por aí vai... Não só os videogames, mas os computadores pessoais, vugos PCs. Meu primeiro contato foi com o XT do meu avó: grande, barulhento, monocromático, mas simplesmente, achava o máximo. Lembram dos precursores do Word - Carta Certa, Excel - Lotus 123? Inventava coisas para digitar só para ter o prazer de poder usufruir dessa tecnologia. Mal imaginava o que estava por vir.

A Geração Y, também referida como Geração da internet ou Geração Milleninals, compreende as pessoas que nasceram após 1980, geração que me incluo. Nossa geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos, crescendo e vivendo em ação, executando mil atividades ao mesmo tempo. E é claro, consumindo e difundindo muita tecnologia.

Mas será que todo esse excesso de informação fez bem para nós?
Será que seríamos mais saudáveis se não tivessemos sido expostos a tanto estímulos?
Videogames, internet, aplicativos para smartphones podem ajudar as crianças em seu processo educacional?
Será, será, será???

Bom, aqui inicio minha jornada do doutorado. Discutindo muita tecnologia, inovações, games, aplicativos, testes computadorizados, treinamento e estimulação cognitiva e como tudo isso influenciou nossa vida de neuropsicólogo, mais especificamente.
Espero que vocês se divirtam tanto quanto eu!

Imagem:

http://www.debretts.com/etiquette/home-life/the-family/children/etiquette-for-children/children-and-new-technology.aspx

10 de março de 2010

Questões éticas a la minuta



Pesquisas sobre o comportamento humano podem envolver riscos, originando assim algumas questões éticas. Em virtude disso, os pesquisadores estabeleceram procedimentos e orientações que devem ser seguidas antes de qualquer método investigativo.

Inicialmente, toda pesquisa precisa passar por um comitê ético, encarregado de analisar e aprovar qualquer projeto envolvendo seres humanos. Posteriormente, um termo de consentimento livre e esclarecido deve ser elaborado e entregue para os responsáveis informando sobre a pesquisa e seus procedimentos. Estes devem dar um consentimento por escrito para participar da pesquisa e ao final da mesma.

Além disso, os sujeitos devem ser assegurados de que as informações coletadas serão mantidas em sigilo e os dados serão usados coletivamente sem a possível identificação da pessoa. Caso, ao longo da pesquisa, não haja mais interesse em sua participação, o termo pode ser quebrado sem qualquer ônus ou constrangimento.

Para saber mais:

Uehara, E. Ontogênese das funções cognitivas: Uma abordagem neuropsicológica. Dissertação de mestrado PUC-Rio, 2010.

Imagem:


http://www.childrenshomeofrdg.org/images/626000sm.jpg

7 de março de 2010

Funções cognitivas e seus métodos de investigação (parte 2) com berinjela



Diferente da observação, o experimento é uma investigação mais voltada para o esclarecimento das relações de causa e efeito. Geralmente, os pesquisadores expõem um grupo de sujeitos a uma condição, causando uma mudança numa variável independente. Então, registram como essa mudança afeta algum comportamento específico, chamado de variável dependente. O método é testa muitas hipóteses, porém, apresenta uma limitação. Mesmo numa situação experimental, não é possível assegurar que outras variáveis não interferiram no processo de investigação. Assim, experimentos bem delineados diminuem a margem de erros e influência de algumas variáveis.

Os testes psicológicos e neuropsicológicos dão ao experimentador certo controle sobre a situação, de modo que cada sujeito se depara com a mesma tarefa e com os mesmos estímulos. Para uma prática bem fundamentada, é necessário, além do domínio das teorias psicológicas, um examinador bem treinado e com conhecimentos técnico-práticos em relação ao teste que irá aplicar. Além disso, a escolha do teste a ser utilizado é tão importante quanto a investigação em si. Baterias extensas ou aplicações desnecessárias podem causar certa desmotivação, além de levar o indivíduo à fadiga.

Desde o surgimento e aperfeiçoamento das técnicas de neuroimagem, foi possível entender de maneira mais aprofundada sobre o comportamento humano e o funcionamento cerebral. É possível, hoje, investigar as ligações existentes entre o cérebro e a sua mente com um conjunto de ferramentas cada vez mais potentes e eficazes, como, por exemplo, as técnicas de Ressonância Magnética funcional (fMRI) ou tomografia computadorizada por emissão de pósitrons (PET Scan). Contudo, certas questões metodológicas ainda precisam ser melhoradas. Normalmente, estudos com essa tecnologia são realizados com adultos, devido ao grau de cooperação e imobilidade física. Técnicas de relaxamento são utilizadas em crianças, mas mesmo assim, as condições experimentais ainda exigem certo cuidado.


Para saber mais:

Uehara, E. Ontogênese das funções cognitivas: Uma abordagem neuropsicológica. Dissertação de mestrado PUC-Rio, 2010.

Imagem:

http://tudosimples.files.wordpress.com/2008/02/lapis-de-cor.jpg

5 de março de 2010

Funções cognitivas e seus métodos de investigação (parte 1) com sardela



Nas últimas décadas, os psicólogos aprimoraram vários métodos para a coleta de dados sobre o desenvolvimento infantil, em especial sobre o desenvolvimento das funções cognitivas. Entre os mais amplamente usados estão as observações, os experimentos, as entrevistas e os questionários, os testes psicológicos e neuropsicológicos e por fim, as técnicas de neuroimagem. Nenhum método pode responder a todas as questões, mas cada um tem um papel estratégico a desempenhar sobre determinado assunto. Em geral, a melhor estratégia é utilizar um ou mais métodos combinados para realizar uma investigação mais aprofundada a respeito do sujeito.


A observação é um excelente método para reunir informações objetivas. O pesquisador faz uso da observação e do registro sistemático e não-tendencioso para entender melhor a respeito de um comportamento específico. As observações podem ser naturalistas, ou seja, o pesquisador observa as crianças durante suas atividades cotidianas, registrando o que acontece em casa ou na escola. Esse tipo de observação possui um caráter mais ecológico, o comportamento está muito mais perto da realidade do dia-a-dia. No entanto, também podem ocorrer num laboratório, onde são observadas de maneira discreta. O ambiente de coleta é mais controlado, nesse caso, o pesquisador pode isolar algumas variáveis mais facilmente.

Nos métodos de entrevista e questionário, as perguntas podem ser estruturadas e padronizadas ou livres e moldadas de acordo com o indivíduo. No primeiro tipo, os itens são mais direcionados e objetivos, enquanto no segundo, o enfoque é dado às particularidades da pessoa, havendo uma maior reunião de informações. Esse método fornece uma boa alternativa à observação. Muito do que se sabe sobre os comportamentos dos bebês e crianças pequenas baseiam-se em entrevistas ou questionários preenchidos pelos responsáveis e educadores.

Para saber mais:

Uehara, E. Ontogênese das funções cognitivas: Uma abordagem neuropsicológica. Dissertação de mestrado PUC-Rio, 2010.

Imagem:


http://3.bp.blogspot.com/_ro44uRnzthI/SMpi7d_xKoI/AAAAAAAAAYo/_SZbzeOJTlI/s400/lapis.png

1 de janeiro de 2010

Ano novo, Status novo =)


Prezados leitores,

Gostaria de agradecer todo o carinho e atenção nesses dois anos que se passaram. Meu mestrado não teria sido o mesmo sem vocês!

Os meses de novembro e dezembro foram muito conturbados para mim. Finalizar o mestrado não está sendo lá muito fácil, livros para ler, artigo para escrever, dados para tabular....mas, logo logo, isso tudo terá um fim.

Enfim, fevereiro defendo e já em março inicio meu doutorado.

Espero que tenham gostado das postagens, assim como adorei os comentários e e-mails.

2010 chegou e com ele muito trabalho junto!!!

Em breve, novidades =)


Obrigada à todos que fizeram isso possível,
Emmy Uehara